A Ponte Estaiada Mestre Isidoro França, na zona Leste de Teresina, está recebendo uma iluminação especial na cor vermelha este mês. A ação é por conta do Dezembro Vermelho, mês da campanha municipal de enfrentamento ao HIV/AIDS. A iluminação especial deve se estender até o dia 31 de dezembro.

O Dezembro Vermelho é uma campanha que soma-se ao Dia Mundial de Combate à Aids, que é comemorado em 1º de dezembro e tem por função alertar a população sobre a doença. A Aids é uma doença causada pelo vírus HIV, patologia que é adquirida, geralmente, por contato sexual desprotegido com pessoa contaminada.

Em Teresina, de acordo com a Fundação Municipal de Saúde (FMS), foram notificados até o momento 390 novos casos de HIV/Aids entre os residentes da cidade. Número menor que o registrado em 2017, quando foram registrados 486 novos casos entre teresinenses.

A Prefeitura de Teresina, por meio da FMS,  está promovendo uma semana de atividades educativas, preventivas e de testagem rápida com diversos segmentos da população. As atividades começaram na última terça-feira (27) na Avenida Maranhão, com a distribuição de preservativos masculinos, femininos e gel lubrificante entre os lavadores de carro que trabalham no local.

A campanha Dezembro Vermelho ganhou mais força no município depois da sanção da Lei Nº 5155 de dezembro de 2017, de autoria do vereador Venâncio Cardoso, que prevê que órgãos públicos e particulares participem da divulgação com a utilização de iluminação e decorações em suas sedes, logradouros públicos e monumentos na cor vermelha. E ainda prevê que, no decorrer do mês, sejam desenvolvidas ações educativas.

De acordo com o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec) e autor da lei municipal sobre o Dezembro Vermelho, Venâncio Cardoso, a iluminação é ação importante em prol da campanha. “A Ponte Estaiada é hoje um dos principais símbolos de Teresina. Iluminá-la na cor da campanha, a cor vermelha, é uma ação muito importante para chamar atenção da população da capital. A educação, a conscientização, é a melhor forma de lutar contra a doença”, disse.

 

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