Uma cidade boa para fazer compras, comer bem e se divertir no Corso 2020. É assim que os agentes de viagens, operadores de turismo e jornalistas especializados que participaram do Famtour (familiarization tour, em inglês), promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (Semdec), venderão Teresina a partir deste ano.

O Famtour possibilitou ao grupo conhecer vários restaurantes, visitar a Ponte Estaiada, Encontro dos Rios, Polo Cerâmico, Parque Floresta Fóssil, realizar um passeio de barco pelo Rio Poti e participar do Corso 2019. A programação foi toda pensada para mostrar o melhor de Teresina.

Formado por dois jornalistas, Ariel Figueroa (Coluna de Turismo-BA) e Felipe Lima (Editora Via-SP); três agentes de Turismo, Charles Nelson e Eliane Sena (Checkamos Turismo e Eventos-RJ), João Paulo da Silva (JP Turismo-PR) e Maria de Fátima Leite (Viajar Turismo-PA) e uma operadora de Turismo, Danielle Nunes (Mondial Turismo-ES), o grupo possui nomes reconhecidos nacionalmente.

A ideia do Famtour ocorreu depois de perceber interesse de empresas nacionais durante o Festival de Turismo de Gramado. O evento aconteceu em novembro do ano passado, no Sul do país, onde o secretário da Semdec, Venâncio Cardoso, apresentou as potencialidades turísticas de Teresina.

“A ideia é fazer com que essas pessoas, que mostraram interesse em conhecer Teresina, possam conhecê-la de fato e passar a vender nossa cidade como um destino turístico interessante. A equipe da Semdec se mobilizou para mostrar os números da cidade, mas também para mostrar nossas belezas, nossa culinária e, claro, o Corso 2019. Assim, nós queremos que eles promovam a vinda de grupos de turistas, em especial na época do Corso, hoje uma das principais manifestações populares da nossa cidade”, explicou o secretário Venâncio Cardoso.

De acordo com o coordenador Especial de Turismo da Semdec, Eneas Barros, vender o corso para o Brasil é algo importante para economia de Teresina, uma vez que a festa ajuda a movimentar números interessantes para a capital.

“Em 2018, por exemplo, o Corso movimentou recursos equivalentes a R$ 49,5 milhões, sendo que 14,7% desse total foram gerados pelos gastos dos turistas em função do Corso. Acreditamos que esse potencial deve ser cada vez mais explorado”, disse.

 

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