Contando com 15 voluntários da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), a Prefeitura de Teresina, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SEMDEC), realizará uma pesquisa de opinião entre os foliões do Corso 2016. O objetivo é identificar o perfil dos frequentadores do evento e medir a quantidade de turistas que chegam à cidade nessa época, inclusive os que vêm motivados exclusivamente pelo Corso. Além disso, a pesquisa avaliará a opinião do entrevistado, os gastos em função do evento e os principais acertos e pontos fracos do maior desfile de caminhões decorados do mundo.

Durante o Corso de 2015 a SEMDEC realizou a mesma pesquisa, que indicou que 85% dos presentes na avenida eram teresinenses e 15% eram provenientes de outras cidades do interior do Piauí e de outros estados. Em termos quantitativos, Teresina recebeu 36.500 turistas, tendo como base o cálculo da Polícia Militar, que identificou 250 mil pessoas no total de presentes. Como resultado, pode-se afirmar que 15 mil turistas vieram a Teresina motivados exclusivamente pelo Corso, na tarde e noite do dia 07 de fevereiro do ano passado.

Ainda em relação à pesquisa de 2015, do total de turistas entrevistados 77% se hospedaram em casas de parentes e de amigos e 23% em hotéis e pousadas. A idade média do folião se situou em torno de 33 anos, com renda média equivalente a R$ 2.380,00. Dentre os aspectos que mais agradaram 41% consideraram a animação, 17% os próprios foliões e os carros enfeitados e 14% as fantasias.

A pesquisa identificou uma leve predominância feminina no Corso (54%), havendo um equilíbrio entre as pessoas que trabalham no setor público (33%) e setor privado (36%). Dos entrevistados, 26% afirmaram que era a primeira vez que participavam do evento, um índice que estimulou o incremento do fluxo. Dentre os 73% que afirmaram ter participado de versões anteriores do Corso, 26% consideraram muito melhor, enquanto 27% acharam que permaneceu igual.

O secretário da SEMDEC, Fábio Nery, acredita que o entusiasmo se manterá na avenida. “Embora haja uma leve perspectiva de redução no número de caminhões decorados, por conta dos altos custos especialmente de aluguel de veículos, o folião permanecerá na avenida a pé, participando com uma a mesma animação das edições anteriores”, disse.

A pesquisa ouvirá, aleatoriamente, 300 pessoas durante o período em que durar o Corso, através da aplicação de questionários contendo 18 questões abertas e fechadas.

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