Teresina é a Cidade que mais evoluiu no ranking do empreendedorismo

O Índice de Cidades Empreendedoras – ICE 2016, produzido pelo Instituto Empreender – Endeavor, mostrou nesta 3ª edição que a cidade de Teresina subiu oito posições no ranking geral entre as 32 cidades pesquisadas no Brasil.

O ICE mostra os potenciais e alguns desafios superados por Teresina, que ficou na 23ª posição do ranking. Continuando na primeira colocação a cidade de São Paulo, seguida pelas cidades de Florianópolis(SC) e Campinas(SP).

No Ambiente Regulatório que avalia tempo de processos, custo de impostos e complexidade tributaria, a cidade de Teresina subiu 25 pontos com relação ao ano anterior, ficando na 7º posição.

No pilar de Infraestrutura, a capital piauiense teve um leve avanço de dois pontos, ficando na 27ª posição, tendo como o transporte interurbano e as condições urbanas como indicadores avaliativos.

O Capital Humano, que avalia a mão de obra básica e mão de obra qualificada, a cidade de Teresina também obteve avanços de dois pontos, ficando em 21º lugar. Comparando com o índice do ano anterior, esses foram os desafios superados pela capital, que permanece na 3º colocação do ranking de Cultura Empreendedora.

Ainda de acordo com o ICE 2016, tais avanços só foram possíveis devido ao aumento da população jovem no mercado de Trabalho; às evoluções da cidade no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica – IDEB; às ações na melhoria da mobilidade urbana, do transporte público, da implementação da Lei de Incentivos e Benefícios Fiscais, e da nova legislação municipal voltada para as Micro e Pequenas Empresas. Entretanto, o fator decisório para esse salto no índice, vem da decisão estratégica de criar o Programa de Enfrentamento ao Desemprego – PED, que resultou na vinda das empresas de call Center à Teresina.

“Não alcançamos essas colocações do dia para a noite. Tudo isso é resultado de uma gestão planejada, e nós gestores municipais nos utilizamos de índices como o da Endeavor para lançar novos programas que favoreçam o crescimento da cidade”, disse o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Fábio Nery.

Além de Teresina, as cidades de Fortaleza, Natal e Aracajú, também estão entre as dez que mais posições subiram em comparação ao ano passado.

Importância

Inserida no Índice de Cidades Empreendedoras, grandes investidores podem ter acesso as vantagens e desvantagens de se investir em determina região citada no ICE. As grandes empresas recorrem a estudos como este, e Teresina tem suas chances ampliadas para receber mais empresas e grandes investimentos.

Além da Endeavor, estão envolvidos no estudo as empresas EY (antiga Ernst & Young), Meta, Opinion Box, SEDI e Spectra Investimentos. Para ter acesso ao Índice das Cidades Empreendedoras 2016, acesse: https://endeavor.org.br/indice-cidades-empreendedoras-2016/

 

Teresina é a terceira cidade do Nordeste para se investir em negócios

A capital piauiense é a terceira cidade do Nordeste melhor para se investir e está entre as 100 melhores cidades para atrair empresas e investidores no país. A constatação é da consultoria Urban Sytem, empresa de Business Intelligence especializada em pesquisa comportamental e análise de dados de mercados. O dado foi publicado pela revista Exame da última semana e mostrou como algumas capitais conseguiram melhorar o ambiente de negócios em meio à crise atual.
O cenário econômico em que o país passa motivou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo a desenvolver um programa chamado “Enfrentamento do Desemprego na cidade de Teresina”, que demandou a geração de um grande número de empregos (atividade de call centers). Desta forma, a cidade oportunizou o crescimento da oferta de emprego através da política municipal de atração de investimentos, direcionada a este setor de mercado.
Após a implantação do programa observou-se que, em termos de Nordeste, a capital piauiense é a terceira colocada, com nota 8,30. Em 2014, Teresina estava atrás de todas as outras capitais da região. Quando a comparação envolve apenar o Nordeste, Teresina só está atrás de Recife (PE) e Aracaju (SE).
Para elaboração desse ranking, foram analisados 28 indicadores, cada um com peso de acordo com o grau de importância: desenvolvimento social, capital humano, infraestrutura e desenvolvimento econômico. Foram pesquisados 309 municípios com mais de 100 mil habitantes.
Para o secretário Fábio Nery, da Semdec, um dos idealizadores do programa, após quatro anos de sua aplicação na capital os resultados continuam positivos. “No início, as empresas contrataram cerca de cinco mil jovens. Após quatro de implantação, chegamos à marca de mais de 12 mil pessoas empregadas em Teresina. Isso é um numero bastante significativo, haja vista que o país vive um momento delicado na sua economia”, disse o gestor municipal.